galhos raízes

galhos raízes

sábado, 28 de junho de 2014


frontera más hermana del mundo?



eu não supunha que o futebol estivesse tão presente - ainda - no imaginário popular, sobretudo dos brasileiros e uruguayos, hermanos de la frontera más hermana del mundo. Nem tudo são flores amigos, e se eu tivesse que escolher entre ficar com flores ou com letras, neste momento, acho que escolheria a delicadeza, o silêncio e a beleza pacífica da natureza - que mesmo entre  tempestades, tsunamis, vulcões mantém uma beleza furiosa.
Por sorte tenho a escolha -  nesse caso - de não precisar escolher, hohoho. E viva a Bobolândia (em breve com heráldicaaaaaa)

terça-feira, 24 de junho de 2014

ARRIBA BRAZIL!!!!!

Se tem uma coisa que me incomoda na identidade brasileira é o pensamento mágico.
Tudo bem, quando se tem cinco anos de idade, pensar que a força do pensamento vai fazer com que seus desejos aconteçam (veja bem, não estou me referindo ao tomo mais profundo que é o fato de que, na minha opinião, criamos a realidade que queremos e pensamos. Não. Aqui, trata-se de algo mágico como acreditar que o nariz vai crescer se você for mentiroso. Esse faz-de-conta aparece diariamente, contado pela mídia da carochinha, aquela que inventa um mundo pra você ver...É a ideia de que as eleições se ganham ou se perdem como num jogo de futebol. É a crença de que um governo vai ser perfeito, é a ideia de que democracia é algo que se realiza no governo para uma maioria. Não. isso é totalitarismo -seja de esquerda ou de direita.
Gosto de pensar, contudo, que este pensamento mágico permite uma alegria e uma criatividade muito próprias da identidade do brasileiro. Mas nossa alteridade está marcada ainda por muita gente que se acha mais esperto que os outros. E dale música ruim...
Por isso mesmo, proponho uma avalanche de crescimento crítico, e este axioma simples: música ruim = ouvido ruim (e dança mesmo assim)
Então, Arriba, Brazil! e deixa que ganhe o o time que tiver que ganhar (tomara que seja a Celeste)

video
(Música Ruim - Jorge Hermann)

domingo, 22 de junho de 2014

A espera de um passado

Mais um caso para Hercule Poirot...

pois então...
Sumiu!

Em algum lugar está, mas se não o vejo ou não sei, não está.

O detetive belga usa de seu conhecimento sobre o humano para resolver os casos mais obtusos. Me pergunto se seus dotes mentais seriam e alguma validade para investigar o caso que tem me intrigado há certo tempo.
Refiro-me à ausência da ética. A obviedade de olhar de maneira torpe para o que stá fora de si. E quanto mias longe, melhor, como se o que está mais longe fosse mais fácil de julgar. Não! O mais longe deve nos causar no máximo um estranhamento. Um estranhamento capaz de me remeter para dentro de si mesmo - inside myself.
Pois é sabido: eu não sou capaz de modificar ninguém...a convivência deve servir de chave para entrar em meu universo, e nele descobrir razões que a própria razão desconhece.
Não...Hercule Poirot descobria maldições no espelho, um gato entre os pombos, um mistério no expresso oriente. eu tento só observar o que esta dentro de mim, a partir do que o outro me causa. E ponto. E fim.