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tempo tempo tempo...

Administrar o tempo é um grande desafio...dias curtos demais pra fazer tudo de que gosto. Há que ser seletivo e prioritário nas escolhas, então não dá pra perder tempo com coisas sem importância. Sentar pra ler um livro, ouvir uma boa música (José James é a descoberta do momento, recomendo...), cuidar de seus hobbyes, de seus queridos, de seu corpo, de sua mente, de seu espírito. Ser feliz é uma questão de escolha. Recomendo uma leitura em especial: O Físico, de Noah Gordon, Conta a história de um homem que, na Idade média, vai contra as regras de sua sociedade e encontra uma alternativa criativa para transformar sua condição e correr atrás de seu sonho. É uma boa reflexão, para quando a gente se encontra muito parado, almejando coisas que não estão ao nosso alcance, por pura falta de movimento interno. Beijos, paz e luz, myrtita

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E Eis que ele reaparece a minha frente  como um muro Mais uma vez, surge inesperada e docemente Tão zeloso  que meus olhos se extasiam quando o delineiam no horizonte. Aquela forma de contornos dourados que com sua abundância torna tudo ouro a sua volta. Um verdadeiro Midas

Dando uma garibada...

alouuuu... a novidade de hoje não é textual, literária, mas numérica e musical...consegui colocar o contador de visitas e uma música pra trilha...tá que foi de um jeito meio babaca, mas foi como eu consegui...aceito sugestões de como encontrar o código html das músicas, ou como colocar uma playlist (hoje já cansei de tentar...) me dá um help, plisss... myrtita

Brincar de contar causo

Se aprochegue vivente, que eu vou começar um causo que se passou lá pras banda do Upamaroti... Diz então que era Festa de Santo Domingo O gaúcho, bagual que nem ele, colocou os arreio no mouro e foi pra festa, todo pilchado, com as vestimenta de ir pro povo, guaiaca cheia com os troco do soldo pra gastar. Passando no bulicho do Susa, já deu uma apeada pra uma charla e umas canha, pra já chega meio pronto pros festejo e não fazer feio pras moça que ia encontrar no festerê. Mas resulta que o moço não era muito chegado nos assunto de canha, e acabou tomando uma borracheira daquelas de fazer dó em cusco manco, e mesmo assim, se tocou pras "Três Venda", que ficava depois do paço, um bom par de hora no lombo do cavalo. E pra não chegar enjoado, o gaúcho pendurou na conta umas boteja de canha, pra ir tomando no caminho e não perder a animação. Vai daí que o caminho já não era mais como antes, agora era uma de motocicleta, caminhão e até carro passeio passando pra lá e pra cá, diz q...